Sabe que eu curto demais aquele filme: O amor é cego. Não porque ele é fofinho e lindinho e esses tipos de filmes, mas porque ele já me fez pensar muito. Pra aqueles que não sabem de que filme eu estou falando, é aquele em que o homem é hipnotizado e vê a beleza interior: Não, eu não estou falando de ver calcinhas e sutiãs para os engraçadinhos, mas enfim, ele se apaixona por uma mulher muito gorda, mas como ele só encherga a beleza interna, ele pensa que ela é uma musa, linda, muito linda.
Não estou aqui pra dizer que se as pessoas vissem a minha alma eles veriam a melhor coisa do mundo, na verdade creio eu que eu seria bem feinha, mas as pessoas aprenderiam certamente que a beleza interior conta muito mais que um cabelo cheio de laquê, uma cinturinha esquelética e uma roupinha da moda.
Já vi muitas pessoas me dizerem que a beleza conta muito para que as pessoas se interessem em conversar umas com as outras, mas se boa parte dos cidadãos de bem não precisassem freneticamente andar acompanhados de 'gente bonita, boa de vida, gente goxtoZa' as pessoas se entenderiam por completo.
As pessoas mais legais que eu conheço, não têm o melhor cabelo do mundo, elas não têm as melhores coisas do mundo, elas não são as mais populares do mundo. Elas são simplismente valorizáveis, e para mim as melhores companhias que alguém poderia querer. E sim, essas pessoas são as mais lindas que eu já conheçi.

Nenhum comentário:
Postar um comentário